Policial
PREFEITURA É ALVO DE OPERAÇÃO QUE INVESTIGA SUSPEITA DE FRAUDES EM LICITAÇÕES
FONTE: DOURADOS NEWSPOR: REDAçãOCREDITO: POLICIA FEDERAL
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (03), a Operação João Romão, que investiga crimes licitatórios na prefeitura de Corumbá. Conforme divulgado pelo órgão, 14 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na cidade e em Campo Grande. A ação teve auxílio da CGU (Controladoria-Geral da União).
Conforme o Diário Corumbense a investigação, foi iniciada em 2021 e, investiga o atual secretário municipal, Ricardo Ametlla, que teria supostamente criado uma empresa que acabou vencendo diversos procedimentos licitatórios da pasta sob sua responsabilidade. Os valores dessas obras ultrapassam R$ 12 milhões.
A PF aponta que foi possível colher indícios de irregularidades que teriam permitido a empresa suspeita ter capacidade financeira e técnica para participar dos certames licitatórios que venceu.
Além de Ametlla, foram alvos da operação, servidores comissionados e efetivos envolvidos nas autorizações e fiscalizações das obras executadas, além de pessoas responsáveis pelas empresas. Ainda conforme o Diário Corumbaense já foram apreendidos documentos e mídias digitais que serão periciados, valores em dinheiro e veículos.
O Midiamax divulgou que o mandado na capital está sendo cumprido na representante da empresa Blue Sky.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da prefeitura de Corumbá para um posicionamento sobre a operação, no entanto, até a publicação desta reportagem não obteve retorno.
Em resposta ao Diário Corumbaense, a assessoria informou que “No Paço Municipal, a ação policial foi acompanhada pela Procuradoria Geral do Município, que não teve acesso aos autos porque o processo corre em segredo de justiça. O expediente na Prefeitura segue normalmente nesta quarta-feira".
A assessoria destacou ainda que "A Prefeitura de Corumbá reitera seu compromisso com a lisura, transparência e o respeito com o erário. O Executivo municipal segue à disposição das autoridades competentes para prestar qualquer esclarecimento”.
