Política
PARTIDOS RECORREM ÀS ORIGENS PARA SOBREVIVER
FONTE: DOURANEWS- POR: REDAçãO CREDITO: ARQUIVO
A união do PSDB ao MDB, na criação de uma nova federação partidária para as eleições gerais do ano que vem no País, deve provocar, em Mato Grosso do Sul, a reaproximação de políticos tradicionais que iniciaram na atividade praticamente juntos e que, depois, por contingências e estratégias eleitorais, tomaram rumos diferentes.
É o caso do ex-governador André Puccinelli, para muitos observadores políticos já em vias de aposentadoria, que ganharia ‘sobrevida’ ao acolher, de volta, antigos parceiros que se rebelaram nos anos 90 para a criação do PSDB.
Juntos, tucanos e emedebistas teriam no mesmo palanque de 2026, além do próprio André e seguidores tradicionais, como os deputados Renato Câmara e Junior Mochi e a hoje ministra do Planejamento, Simone Tebet, o ex-governador Reinaldo Azambuja e o atual, Eduardo Riedel, incluídos aí, ainda, o prefeito de Dourados, Marçal Filho e os deputados Geraldo Resende e Lia Nogueira.
Além de tudo isso, a nova federação partidária pode ganhar um novo aliado regional, o União Brasil, força política que tem, como principais expoentes, a presidente Rose Modesto e o ex-prefeito em ex-vice-governador por dois mandatos no Estado, Murilo Zauith.
Um novo espectro político começa a se desenhar, considerando a forte presença da senadora Tereza Cristina, líder regional do PP, fortalecida com a reeleição da prefeita Adriane Lopes, na capital do Estado
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