• Quarta, 26 de Agosto de 2026

APÓS CONTESTAÇÃO, NOVA ELEIÇÃO DEVERÁ OCORRER NO SINDICATO DOS PROFESSORES DA UEMS DOURADOS

FONTE: DOURADOS INFORMA POR: REDAçãO CREDITO: DIVULGAçãO


Um imbróglio tomou conta da escolha de uma nova diretoria da Aduems (Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), e devido a isso, a decisão foi parar na entidade máxima, o Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), que decidiu anular a eleição realizada na última quarta-feira (26).

O início da disputa se deu, após a substituição ao mandato do professor, Esmael Almeida Machado, que renunciou ao cargo, assim como a sua vice, devido a sua candidatura a vereador, no ano passado, em que saiu derrotado.

Desde então, a situação se complicou e um grupo minoritário de associados do sindicato, vem anunciando que o professor, Lauro Joppert Swensson, será empossado na quinta-feira, 06 de março. No entanto, isso é contestado por um outro grupo que pontua, que no dia 20 de fevereiro deste ano, houve uma assembleia geral, em que a maioria dos participantes, apontou para defeitos na condução eleitoral o que feria o próprio estatuto da associação.

GRUPOS EM DISPUTA
Após a renúncia do cargo, por parte do professor, Esmael Almeida, duas chapas foram indicadas no prazo das inscrições. No entanto, a comissão eleitoral indeferiu a chapa “Autonomia Sindical e Coletividade”, encabeçada pelo professor, Marcelo Batarce, e validando apenas a chapa conduzida por Lauro Joppert.

Devido ao processo considerado defeituoso pela chapa “Autonomia Sindical e Coletividade”, e pelo indeferimento da chapa, a eleição foi judicializada, chegando à instância maior da Aduems, o Andes.

Ao analisar o pedido feito pela chapa indeferida, o Andes se manifestou, e pediu a anulação das eleições. Além disso, a entidade, alegou que a condução não respeitou a deliberação nacional, e que o percurso eleitoral, desrespeitou o estatuto.

“Diante do exposto, conclui-se que a autonomia da ADUEMS deve ser preservada, cabendo à Assembleia Geral, como instância competente, deliberar sobre questões relacionadas ao processo eleitoral. Por isso, o que foi pautado e aprovado em Assembleia, que, no presente caso, corresponde a determinação de anulação das eleições na ADUEMS, deve ser observado pela Secretaria Geral e pela Comissão Eleitoral da Seção Sindical, sob pena de desvirtuar o caráter soberano da instância deliberativa máxima da entidade.”, apontou o Andes,

NOVO PROCESSO ELEITORAL
A partir de agora, uma nova comissão eleitoral tende a ser formada, com uma nova convocação de eleição, inscrições de chapas e uma nova votação.

 



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