• Domingo, 23 de Agosto de 2026

SANESUL SOB RISCO DE PERDER CONCESSÃO APÓS SUCESSIVOS DESCASOS EM DOURADOS

FONTE: JORNAL EITA POR: JOSSELES JOSé DA SILVA CREDITO: DIVULGAçãO


Na tarde desta segunda-feira, 26 de maio de 2025, o professor Leonardo Pescinelli Martins formalizou uma denúncia contra a empresa SANESUL, concessionária responsável pelo saneamento básico de Dourados, por meio da ouvidoria digital do MPMS. A denúncia expõe um histórico alarmante de negligência, incluindo a recente falta de água, que durou cerca de 48 horas em alguns bairros do município, e a execução desastrosa de obras de saneamento, que vêm comprometendo a infraestrutura urbana da cidade.

OBRAS DE SANEAMENTO: DESPERDÍCIO DE RECURSOS E DESTRUIÇÃO DO ASFALTO NOVO
A SANESUL tem se mostrado incapaz de realizar obras de saneamento de forma eficiente, causando danos irreparáveis ao patrimônio público. Ruas são cortadas e permanecem abertas por até três meses, tornando-se verdadeiras armadilhas para motoristas e pedestres. Quando finalmente são asfaltadas, o serviço é mal executado, deixando buracos e lombadas irregulares.

O problema se agrava ainda mais quando a concessionária corta ruas recém-recapeadas, destruindo asfalto novo, liso e perfeito, desperdiçando recursos públicos e comprometendo a qualidade das vias. Esse tipo de prática não apenas desrespeita o investimento feito pela administração pública, mas também coloca em risco a segurança da população.

ENTRE AS VIAS AFETADAS, DESTACAM-SE:
O Bairro Altos do Alvorada
O Bairro Parque das Nações II;
A Rua Rio Brilhante;
O cruzamento da Rua Eulália Pires com a Rua Bolívar Loureiro Rocha;
A Rua Antônio Cândido de Carvalho;
A Rua Rosemiro Rodrigues Vieira, também no Parque das Nações II;
A Rua Ramão Osório, na Vila São Brás;
O cruzamento da Avenida Brasil com a Avenida Marcelino Pires;
Bairro do Parque das Nações I.
FALTA DE ÁGUA E IMPACTO NA POPULAÇÃO INDÍGENA
Além dos problemas estruturais, a denúncia também aborda a falta de água enfrentada pela população indígena da região. As obras destinadas a levar o abastecimento para essas comunidades estão estagnadas, sem previsão de retomada.

Onde existe abastecimento com o retorno do fornecimento de água, moradores relataram que a qualidade da água está comprometida, apresentando coloração turva e marrom, o que levanta preocupações sobre sua potabilidade.

 



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